quinta-feira, 15 de outubro de 2015


How Big Data Will Develop

By Dominic Barton, Published on August 28, 2015

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There is still much to look forward to in the way of technology in 2015. It’s explosive. It’s all encompassing. It’s Big Data.

Nearly every aspect of our lives are already touched by data in some way. The annoying emails in your inbox? Flyers for companies you’ve never been to in the mail? Job opportunities at organizations you’ve never heard of? These are all results of Big Data integration.

As business leaders, the Big Data space is only getting better and more organized to target candidates, clients and prospective customers more effectively through nimble platforms and streamlined practices. Here’s how you can expect to see Big Data develop through the remainder of the year.

You’re only as agile as your data platform

Companies are beginning to trade in their massive hardware units for cloud-based data aggregation platforms. This is less costly and much easier for organizations to manage as they accrue more and deeper data. This agility facilitates decision-making, and as Andrew Sheridan said:

“[Business intelligence] and data visualization are becoming easier to use and more readily available. This will open up the opportunity for companies of all sizes to gain incredible insights from their data.”

He explains that this shift allows business leaders to ask why customers and candidates go to their pages. Rather than just a collection of information, as Big Data advances, in 2015 it’s beginning to transition to a true analysis of the information therein.

Personalization and integration become key

The plethora of information available can be overwhelming. Quite frankly, much of it might be irrelevant to the data you truly need to see. That’s why this year will include personalization of the data you pull. Why is this pertinent information? Because with the massive amount of data, it becomes more difficult and time-consuming to find the numbers you need for the decisions you’re looking to make.

It’s not all hype

Despite the number of articles and blogs about the seemingly unending exposure of Big Data in the workplace, it’s not going anywhere anytime soon. It’s not just a marketing ploy; it’s a real effort to help businesses make more educated decisions. Organizations have seen the benefits of Big Data, as 73% of them have either already invested or plan to invest in a platform in the next two years.

It will streamline business practices

Granted, companies already use Big Data to change business practices and have made an impact on the way we make business decisions. But with the integration into the recruitment departments, Big Data has become more than just a medium to track and file information. It gives business leaders the capability to educated choices based on the actionable information provided by the data platforms. Doug Laney, VP distinguished analyst at Gartner, said:

“Customers, employees, and citizens will become engaged principally through digital means. With operational processes quickly becoming digitalized, traditional analog and manual processes will be automated, including both physical and human elements. Many, if not most, decisions will be algorithmic, based on automated judgement.”

Big Data isn’t just hype, although with all of the information and the two cents from hundreds of thought leaders would tell you otherwise. It has trends within itself, so how then, could it be a trend? It has become an important part of a robust business model, and as the platforms and options for Big Data aggregation expand, so do the possibilities. Cloud integration increases agility so business leaders can make their educated decisions more easily, and it streamlines various business practices.

These are just some of the trends happening in the world of big data within the remainder of the year; just imagine how much simpler complicated business practices will become as we develop further into the industry.

BH 15 10 2015

Pesquisa, Divulgação: Miguel Moyses Neto  Se gostou desta matéria , divulgue para seus amigos.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015


3 Tipos De Atitudes Que Lideres Legendarios Tomam Para Chegar Na Frente

By Irene Becker , Junho 2015

“ Esta Escrito Em Todas As Paredes : Adapte-se, Evolua, Progrida .... ou saia da frente.”

Para muitos de nos, a grande barreira que enfrentamos e a Internet. Nossos hábitos – nossa maneira de pensar, comunicar, e fazer, por exemplo – nos mantem paralisados aonde estamos agora. Nos ficamos frustrados. Gastamos mais tempo e esforços infrutíferos. E não evoluímos.

E ainda resistimos a mudanças.

Ficamos assim ate que alguma coisa dramática aconteca – A saída de um colega importante, a perda de um cliente de longa data, uma perda severa de mercado, ou talvez ate problemas de saúde – isso tudo podemos ver com olhos renovados que e a solução e não o problema.

Aqui estão alguns poucos pontos poderosos, práticos das maneiras para adaptarmos, evoluirmos e progredir: pontos que já estão provados para usar nas mudanças, nos desafios, e oportunidades que estão a nossa frente como catalisadores que revelam nosso maior potencial como lideres.

Não seja um gerente : seja um comunicador e colaborador.   

Na era Social, os lideres precisam aprender a comunicar e a colaborar através de divisões funcionais, generalizadas, que os cercam. Aumente sua habilidade para comunicar verticalmente, horizontalmente, interna e externamente porque hoje em dia, sua audiência esta mais educada, diversificada, e liberada do que nunca. Sua habilidade para construir pontes para comunicar e colaborar – ao invés de somente “manipular” – e uma habilidade critica de liderança ... e uma que somente vira ao seu encontro através da auto disciplina e com a pratica. Mudancas da engenharia : Modifique os silos de armazenagem...

Parte do seu trabalho como um líder na economia de hoje e mudar a engenharia ; para ser um catalisador radical, um reinventor para o local de trabalho como nos conhecemos.

A sua habilidade para construir pontes de colaboração e comunicação – ao invés de somente “mandar” e uma aptidão de liderança critica ... e ela so vira com auto disciplina e muita pratica.

Um sistema de silos e burocracia funcionou bem na época industrial, mas esta castrando objetivos e potencial humanos e a habilidade para colaborar através das divisões sociais, culturais, e funcionais que são os testes finais para o sucesso.

Sera que podemos da noite para o dia, construir um sistema de lideranças que seria o oposto de uma autocrática necessidade de fazer, departamentos no ambiente de trabalho, os quais vários de nos aceitaríamos como normais ¿ Talvez não. Mas nos podemos mudar a engenharia, e permitir que a mudança tenha mais tempo suficiente para chegar as raízes – e fazer uma diferença real.

Uma Nova Base : Construa VC mesmo sua Base 3Q Edge

Por décadas, os lideres tem sido ensinados a jogar com suas forcas ; para enfatizar e alavancar aquilo que nos fazemos melhor, enquanto varremos nossas falhas para debaixo do tapete. O resultado : gerentes que desempenham um papel, assim como um ator faz no palco. Não há marcas de feridas na armadura. Somente uma coleção de autômatos seguindo ordens.

Na época industrial os silos e a burocracia trabalharam bem, mas castraram o proposito humano e seu potencial quando entramos na era das inovações e da tecnologia.

Claro que jogar com suas forcas – e desempenhando um papel – podem fazer muito bem, e certamente nos fez melhores nas linhas de produção e mais produtivos. Mas isso já não e suficiente. Agora precisamos atacar também com as nossas fraquezas. Temos que ser reais. Precisamos otimizar nossas habilidades para usar as mudanças e os desafios para construir resistências e destrezas cognitivas com garras de lideres.

E para fazer esta transição, precisamos das ferramentas certas. Precisamos desenvolver um novo processo para como tomar e olhar para os problemas, comunicar as soluções e reforçar os valores e objetivos. Precisamos construir o que eu chamo de “3Q Edge”.

O que vem a ser 3Q Edge ¿

3Q Edge e como nos alinhamos IQ (quociente inteligente), EQ (inteligência emocional) e SQ (inteligência espiritual) para formar um modelo de liderança.

Vamos olhar mais de perto :

  • Q1 : IQ  Nossas destreza cognitiva ; nossa habilidade para pensar estrategicamente; para aplicar o conhecimento para uma tarefa que aparece; para priorizar, ou focar naquilo que e mais importante.
  • Q2 : E2 Nossa habilidade para comunicar, colaborar, e enfatizar ; para estar sempre alerta e auto disciplinado; nossa resistência emocional.
  • Q3 : SQ Nossos valores, propósitos e integridade; nossa ancora para a sustentabilidade e crescimento; nossos motivadores internos que nos mantem indo para frente quando os tempos estão mais difíceis.

Na Era Industrial, nos contávamos mais com nosso Q1 para gerar pensamentos estratégicos e executar – e ainda liderar. Hoje, porem, a liderança precisa de muito mais; ela precisa de mais habilidade para empregar outras pessoas. E para fazer isso bem, precisamos integrar IQ,  EQ, e SQ.

A equação 3Q, então começa, afirmando esta grande liderança, suportada e inspirada pela coragem:



3Q ( IQ  + EQ + SQ ) = Lideranca

           Coragem   

E a coragem cresce a cada hora que nos alinhamos a inteligência, a humanidade e o proposito.

Construa uma cultura resistente, progressiva, com os 3Q.

Veja a sua organização ou seu negocio com novos olhos. Foque nas acoes (táticas) e atribuições (insights e valores) que irão ajudar a uma cultura de propósitos direcionados, alta cultura e performances. Comece pelas mudancas transformadoras, pelos desafios, criando oportunidades através das falhas para colaborar melhor, pense com inteligência e comunique –se mais profundamente. E ao longo do caminho, coloque o proposito, as visoes, e valores que irão leva-lo para a frente dentro da Era Social.

Proposito humano, potencial e a habilidade para colaborar através do social, o funcional e o cultural e o teste supremo do sucesso.

Podemos não precisar de uma revolução, mas precisamos da evolução do pensamento. Precisamos obter novas tecnologias e partilhar nossas virtudes. Precisamos da comunicação e da acao que nos leve para frente de uma nova maneira, mais rapidamente. Precisamos trabalhar com propósitos e foco naquilo que realmente e importante. Como os lideres, precisamos de inspirar nosso povo a evoluir, adaptar, e progredir.

E para isso, nos precisamos chegar a conclusão: Mudar não e o problema ... mudar e a solução.

BH 14 10 2015



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domingo, 11 de outubro de 2015


A Era Dos Cisnes Negros

By Thomas Frenehard, Maio 2015

Um colega recentemente me enviou um artigo muito interessante sobre as flutuações de preços do petróleo, e uma das conclusões foi a de que nossos modelos de previsibilidade estavam muito desatualizados neste campo.

Istos na realidade, soaram como razoes muito fortes para mim, por causa dos gerentes de risco sempre nos dizem em nossas discussões que os executivos raramente  parecem relutantes para validar uma avaliação de risco.

Isso e devido, e claro pelo contexto sempre “modificado” nos negócios, mas também porque eles acreditam que os processos atuais não são suficientes para “perceber” os eventos dos Cisnes Negros. Estes são eventos que vem como uma surpresa e que ira colocar em perigo o alcance dos objetivos, se não a sustentabilidade da própria empresa em si.

Os negócios tem sido – e continuam  -- a evoluir em ambientes muito complexos, com :

  • Instabilidades politicas em muitos países: mudança de regime em alguns, eleições novas vindo de outros, ambos podendo causar diminuição dos investimentos.
  • Contextos econômicos de muita tensão: a completa recuperação das crises parecem estar  longe e mais fracas do que esperada, tornando as previsões econômicas de médio e de longo prazo mais uma questão de arte do que uma ciência.
  • Transformacao dos panoramas tecnológicos: por exemplo, quando as empresas adotam a nuvem como soluções para seus softwares, os departamentos de IT (tecnologia da informação) precisam adquirir rapidamente novos conhecimentos e expertise, incluindo a adoção de novos modelos.
  • Mudando comportamentos sociais : clientes, funcionários, parceiros, sócios e todos os outros acionistas são extremamente ativos nas mídias sociais, as quais mudam a maneira que as empresas monitoram suas comunicações e ate como se comunicam entre elas mesmas.
  • Pressoes Regulatorias : para proteger clientes e promover um contexto ético comercial mais justo,  os reguladores continuam a produzir linhas de produção que as empresas precisam aderir ou enfrentar penalidades insuportáveis.
  • Fatores externos e internos : muitos dos quais pesam muito para as performances das empresas.

VC poderia se arriscar a perceber os Cisnes Negros ¿

Entao isso quer dizer que nossa abordagem ao risco esta ultrapassada, e insuficiente !

Pessoalmente eu acho que não. Mas eu creio que nossos modelos de risco irão precisar  melhorar e levar em consideração estas novas dimensões, e que novas causas e impactos irão precisar ser acrescentadas para os riscos já existentes no sentido de completar a corrente de eventos para estes eventos em potencial.

Isso entretanto não deve significar um questionamento completo dos riscos já existentes e certamente já identificados e certamente não deveríamos minimizar a importância deles. Focar todas as nossas atenções em encontrar Cisnes Negros pode levar a monitorações menos proativas dos eventos de risco ja documentados, e esse não deve ser o caso --- riscos emergentes não deveriam ser substituídos pelos já existentes.

Eu advogo que um processo de risco bem elaborado pavimenta perfeitamente as fundações para capturar Cisnes Negros. Este processo deveria incluir os eventos de riscos normais levados a cabo de uma maneira colaborativa, não somente especialistas de compliences envolvidos mas também alguns experts nos negócios.

As pessoas da área são os melhores indicadores, se suas visoes forem capturadas, e se for dado a eles a oportunidade para levantar qualquer problema, eles verão. E desde que estes problemas sejam revisados regularmente e acessados, ai então eu creio que a empresa ira ter tempo suficiente para mudar o curso antes de bater no Iceberg.

Sera que estou sendo muito otimista¿ Ou VC concordaria que que nossas abordagens ao risco não deveriam ser diminuídas, mesmo com estas condições extremas do tempo¿

BH 11 10 2015

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sexta-feira, 9 de outubro de 2015


Grace: The Secret To Great Service

By Chip Bell, Published on October 9, 2015

Grace is a word with a heavy load.  Some words are simple with a singular direct meaning.  Not “grace.” It can mean simple elegance—as in, a sense of class and polish.  We use it when we describe the effortless movement of a superb athlete or the graciousness of a host.  Grace can mean honoring the presence of someone—“You grace us with your company.” And grace can shoulder its biggest payload—the religious definition of “unmerited or unconditional favor or love.”

Graceful service is an assertion, not a response.  It is an attitude, not a tactic.  We get a glimpse when we witness a “random act of kindness.” But service full of grace is not random; it is perpetual. To borrow a line from Jack Nicholson in the movie As Good As It Gets, it makes customers “want to be a better man (or woman).”  Like some chemical mixture, when compassion meets caustic, all the acidity disappears.  It tames hostility, enriches ordinary, and elevates “I got my money’s worth” to “I have a story to tell.”

Graceful service is an assertion, not a response.  It is an attitude, not a tactic.

Grace is a game changer

“Thank you for being my customers,” the shop owner said to a group of young prospects that appeared to be loitering in his small mall-based store.  I was window shopping and elected to go inside his well-appointed store just to watch this very unusual hosting unfold.

The storeowner’s warm welcome had been directed at three teenagers each with very loud cocky dispositions, extremely baggy pants, and ear buds buried deep inside their ears. At the risk of profiling, they looked noticeably out-of-place in this upscale men’s wear store.  I was halfway expecting they would return his kindness with smirks and hasty exits.  I was instead blessed with a lesson.

Out of earshot of the owner, one boy remarked to his buddies, “Man, we gotta buy something!”  As they left the check-out counter, the proprietor shot point blank one final blast of magnanimity: “Gentlemen, please visit me again.”  One of the young men boldly responded, “Thank you, sir.”  I thought of that famous scene from Pretty Woman and the standoffs in Ferguson and Baltimore.  I was expecting sneering rejection and I saw sincere respect; I anticipated judgment but I witnessed grace. And the payoff to all was plainly spoken. This merchant sprinkled all three definitions of grace on his unsuspecting patrons.

Graceful service is omakase

Omakase is Japanese for “I will leave it to you.”  When I dine in a fine restaurant I often elect to skip the menu and instead tell the waiter “I leave my meal choice in your hands. “I like spicy, I eat everything, and I prefer light.  Please surprise me with an appetizer, salad, and an entree.” The result unfailingly is an awesome meal with great care by the waiter. Often the chef comes out to explain unique features of what was ordered on my behalf. Omakase originally meant “chef’s choice” but works with the waiter (or customer) as well. Empowered by the faith entrusted in them, waiters always go the extra mile to make it a unique delight. The outlook of omakase is woven into graceful service. It is the personification of trust and confidence in customers.  It is granting instead of governing.

The outlook of omakase is woven into graceful service.

Hurricane Hugo came ashore near Charleston and was still a hurricane when it hit Charlotte, NC 200 miles inland. It resulted in an unexpected crowd at Myers Park Hardware as customers rushed to purchase candles, chain saws, flashlight batteries, and other emergency supplies. The storeowner had limited help since her staff had been unable to get into work. She surrendered to her patrons for help.

I was standing nearby when I overheard store owner Jo Huntington pull three frequent customers aside:  “Guys, have you ever thought about what it would be like to single-handedly save a store?  Well, have I got a deal for you!  If you have time, I need you to help me run checkout.”

When the guys donned their hardware store aprons and started bagging merchandise and ringing up sales, the crowd of formerly frustrated customers suddenly broke out in applause. These “volunteers” also registered their pleasure with the scene by offering to give up their “helper” slot to the highest bidder. It became a bit like Tom Sawyer convincing his skeptical onlookers that whitewashing a fence was an honor only for the carefully chosen and lucky few! It was graceful and faith renewing; it was omakase!

Graceful service is benevolent

Everyone, regardless of faith or theology, knows the story of the Good Samaritan. The focal point of the parable centered on a man who stopped to give aid to someone who hated him. Samaritans were considered by Jews (the story’s victim of robbers) to be inferior people who were despised. Think of the view as similar to the one that bigoted whites in the Deep South held of African-Americans in the early 1950’s.

But, there is an unfamiliar part of this familiar story. The Samaritan, before stopping to help his “neighbor,” had just walked thirty miles uphill (from Jericho to Jerusalem) on challenging, rocky terrain laced with thieves. The route was called the “way of death.” Despite the exhaustion and anxiety of his journey, he stopped to help his enemy, transported him to a nearby inn, and covered all his costs. He could have said, “I am too tired,” “I’ll be rejected,” or “This is too hard.”  But he invested in the situation in a way that made all the difference.  It was more than a gift; it was a conscious sacrifice.

When Zappos elected to ship overnight when customers expected routine shipping, it communicated a bold commitment to great service. Tom’s Shoes donates a pair of shoes to a child in need for each pair a customer purchases from the company. Graceful service takes more than routine effort or everyday contribution. It is an abundance of spirit; it is contribution beyond what is reasonable; it is altruistic.

Graceful service takes more than routine effort or everyday contribution.

We live in an era of cynicism. Customers today are on-guard, half-expecting a scam, rip-off or unfair treatment. They witness hidden fees, nickel-and-diming practices, and greed-driven pricing. The venom often found on customer review sites reflects pent-up scorn from a collection of disappointments, not just a single incident. It makes graceful service a powerful antidote to indifference and irritation. It begins with assuming every day is your customers’ birthday. You can start igniting grace with a simple, “Thank you for being my customer.”

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Melhorando Relacoes Dos Clientes Nos Bancos Com a Internet Das Coisas (IOT)

By Falk Rieker, May 12 2015

Ao longo dos últimos anos, o termo “Internet Das Coisas” (IOT) tem se tornado um dos mais usados e frequentes e ainda mal compreendidos conceitos tecnológicos dentro dos negócios nas comunidades. Enquanto varias industrias já tenham agarrado e usado os benefícios, os serviços financeiros somente agora estão começando a ver como a (IOT) pode impulsionar a indústria para o próximo nível.

Na medida que os bancos começam  e continuam a implementar a (IOT) melhorando sua tecnologia, e importante que eles compreendam o que, e como isso pode aumentar suas capacidades comerciais no sentido de atingir seus resultados máximos.

A Internet Das Coisas esta a um passo além dos Big Data (conclusões das informações) e das Analíticas (compreensão das informações) para disponibilizar prontamente as informações para consumo de outros usuários, sistemas e networks. A (IOT) age como uma  ferramenta intermediaria que ajuda a tornar as informações uma forca que pode impulsionar a eficiência, aumentar a produtividade e produzir melhoramentos fundamentais para as experiências dos clientes.

Mais por menos em tempo real

Esta claro que a (IOT) esta abrindo as portas para o futuro dos serviços de banking e finanças, e muito disso já foi feito com a IOT a qual foca mais na melhora das experiências dos consumidores.

Um dos exemplos mais citados de como a IOT pode ser usada para melhorar as experiências dos usuários são os bancos usando a tecnologia para oferecer uma experiência mais conveniente e saudável pelo seus cartões de debito e de credito. Uma aplicação pratica inclui as analises dos bancos na frequência nos ATMs e a utilização deles em certas áreas objetivando zonas especificas para a instalação de ATMs onde o trafico de pessoas e mais intenso.

Os bancos também estão começando a se associar com cias como a Edo para premiar os clientes pelas suas aquisições em tempo real. Esse tipo de tecnologia IOT usa dados geográficos para identificar ofertas e negócios de comerciantes da região que se tornam ativos assim que os clientes pagam por seus débitos ou pelos cartões de credito, disse um comerciante.

O uso da IOT ajuda os achados recentes de um relatório da Accenture afirmando que os bancos estão crescentemente sob pressão para conectar os clientes com outros fornecedores de serviços tais como varejistas, seguradoras, práticos de saúde, empresas aéreas, e hotéis para levar a eles serviços sob medida os quais podem ajudar as necessidades e estilos de vida destes clientes.

Para compreender melhor os padrões de gastos e oferecer programas de recompensas personalizados, os bancos continuam a usar sistemas de analíticas para prestar serviços sob medida, ao invés de colchoes ou outros programas para os clientes. A habilidade para acessar os dados capturados pelos dispositivos inteligentes de todos os tipos estão ajudando os bancos a prestar a seus clientes uma visão holística das suas finanças em tempo real.

Comparar a Internet das Coisas com as Analiticas esta também habilitando aos bancos a fornecer locais e bases que oferecem descontos em tempo real. Usando os dados e as locações baseadas nos insights, os bancos podem antecipar as necessidades e oferecer conselhos, produtos e soluções para ajudar os clientes a tomarem decisões inteligentes e decidirem bem seus problemas. Com benefícios como estes, os usos das Analiticas como base para programas de recompensas esta se tornando chave para diferenciais para os bancos.

Olhando para o futuro

Os dispositivos usáveis são outro setor tecnológico, onde a IOT esta projetada para impactar a indústria dos bancos. Os consumidores já estão adotando esta revolucionaria tecnologia para ser mais eficiente e bem informada, especialmente naquelas profissões onde e necessária para os indivíduos trabalharem com suas mãos enquanto se referenciam com informações armazenadas. Os usáveis também oferecem um elo muito interessante entre a mobilidade e o sistema dos bancos—na medida em que os clientes e os funcionários continuam a usar seus dispositivos moveis no trabalho e em todos os aspectos de suas vidas pessoais, e os banqueiros e serviços financeiros profissionais também devem encontrar um meio de permanecer presentes e relevantes neste espaço continuamente competitivo.

Enquanto os bancos estão aumentando e se voltando para a IOT para melhorar as experiências dos clientes e ganhar uma maior parte do mercado, os melhoramentos na totalidade da infra estrutura das networks, os Big Dados das Analiticas e a acessibilidade para a “nuvem” precisam primeiro estar completos antes que a IOT possa implementar o sistema numa verdadeira e massiva escala.

Servicos inteligentes e comunicações também inteligentes estão pavimentando o caminho para o futuro dos negócios. Enquanto as regulações das industrias e as faixas proibitivas ainda existem em algumas áreas, os bancos continuam a abrir  envelopes para a adoção de suas tecnologias para melhorar as experiências dos clientes, engajar a audiência e aumentar a produtividade para serem os lideres dos mercados de amanha.

BH 09 10 2015

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domingo, 4 de outubro de 2015


Simplicidade Individual : Maneiras Surpreendentes de Sermos Melhores

By Deanna Morris, Julho 2015



Todos nos queremos fazer um bom serviço no trabalho. Nos queremos ser produtivos e bem sucedidos. No entanto, os processos comerciais e a cultura das empresas podem criar dificuldades que atrapalham a nossa habilidade para sermos mais capazes. Simplificar as coisas para nossa empresa e sem duvida essencial. Mas nos também queremos focar na simplificação das coisas para os indivíduos.

A simplicidade individual revela potencial e inovação e ultimamente impacta os resultados e a satisfação dos clientes.

Um novo livro do Grupo Jensen, “Construindo Culturas Mais Simples Nas Empresas”, nos da grandes insights adentro das necessidades e benefícios da simplicidade individual.

Confianca

Numa organização a confiança, tem duas vias. Os lideres precisam ganhar confiança, e convergentemente, os indivíduos querem que seus lideres confiem neles. De acordo com “Interaction Associates IDG, somente 4 em cada 10 funcionarios confiam em seus patrões. Lideres podem ganhar confiança pelo andar da carruagem, quando se trata de criar a cultura da simplificação. Lideres podem fazer com que a simplificação seja uma prioridade e consistentemente recompensar os esforços sobre a simplificação. Inspire as pessoas a identificar áreas que podem ser simplificadas. Certifique-se que aqueles esforços sejam reconhecidos e recompensados para encorajar outros. Lideres também devem ser decisivos e tomar decisões rapidamente quando as oportunidades para a simplificação aparecerem. Eles também por sua vez devem confiar em seus funcionários. Se funcionários forem confiados, eles se tornam poderosos.

Assimilando O Poder

O Jensen Group descreve a simplicidade como poder. Aqueles com mais poder tem tudo mais fácil e simples. Aos que tem menos poder enfrentam mais complexidades. Por exemplo, executivos raramente tem que despender grandes lotes de ciclos submetendo extensos relatórios ou seguindo processos operacionais múltiplos . Poder portanto, vai sempre habilitar os indivíduos para a simplificação. Os lideres deveriam dar mais poder para as pessoas tomarem decisões, riscos, ou assumir falhas. Requerer múltiplos níveis de aprovação e inspeções cria complexidades e desmotivam. Ao invés disso, lideres deveriam fazer o papel de facilitadores e guias.

O Engajamento

De acordo com o Gallup, cerca de 13% dos funcionários estão totalmente engajados ativamente. Os funcionários tem mais possibilidades de se engajarem e isso impacta o resultado. As pessoas qurem saber que o seu trabalho tem um impacto— quando elas veem isso, se tornam mais engajadas. Assim também, os lideres podem fazer com que o trabalho seja divertido e um local amigável. As pessoas podem desempenhar tarefas e trabalhos para quaisquer empresas ou departamentos, mas elas irão performar suas melhores habilidades e ficarem mais tempo se estiverem satisfeitas.

Verifique Os Resultados

Sempre haverá maneiras de dizer se existe uma cultura de simplificação individual, juntamente com a inovação e um aumento no numero de pessoas satisfeitas com seu trabalho. Estes tratos são contagiosos, de tal maneira que se houver um exemplo de simplicidade individual bem sucedida, haverá uma proliferação através das equipes, departamentos, e de toda a organização. Imagine uma organização onde todos podem fazer e serem melhores !!!

BH 04 10 2015



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