domingo, 22 de março de 2015


Bancos Digitais – Um Guia Especializado De Como Chegar La

By Tom Groenfeldt, posted on January 2015

Chris Skinner tem publicado em seu blog, sobre bancos e tecnologia, falando em conferencias, e frequentemente, nos Clubes & Servicos Financeiros, em Londres e em outras cidades, consultando com banqueiros e tentando saber sobre quaisquer inovações em serviços bancários nos USA, na Europa, e em um numero de locais mais remotos no mundo inteiro.

Ele conseguiu juntar tudo isso de maneira provocativa em seu livro Bancos Digitais – estratégias para se tornar um banco digital.

Um Alerta : Tornar-se um banco digital não e uma tarefa fácil.

Bancos tradicionais são organizados em torno do dinheiro e nas filiais, Skinner explica. Suas avaliações seus sistemas de incentivo, suas tecnologias sobre os clientes – são todas estruturadas ao redor das filiais e suas linhas de produção. Os call centers foram feitos a partir das camadas de cima, com o resultado que o cliente representa e em alguns casos são necessárias abrir 6 janelas para estabelecer um negocio real com o banco.

Para se tornar digital, os bancos tem de focar em plataformas e dados eletrônicos em seu cerne e as filiais como secundarias. Para se integrarem em plataformas eletrônicas, Skinner disse antes em seu livro, os bancos precisam trocar seus sistemas antigos centrais. Em outro ponto, no entanto, ele escreve que existem tecnologias paralelas, como as intermediarias, e que o problema e a organização do banco, não e a tecnologia. De fato a IBM no Reino Unido esta trabalhando em series de projetos com um banco majoritário para tornar o legado dos seus sistemas mais próximos das demandas e os pacotes de sistemas de Zafin integrados com funcionalidades mais modernas.

Os bancos estão fechando agencias – A Europa fechou 20.000 nos últimos quatro anos, e milhares foram fechadas nos USA. Skinner esta prevendo que os bancos irão estabelecer uma agencia para cada 20.000 clientes em oposição a uma agencia a cada 250.000 clientes. Os bancos irão se movimentar através de canais eletrônicos onde as transações são muito mais baratas do que aquelas que usam um caixa tradicional.

Ele também acrescenta um ponto de vista de que a população mundial agora já nasce digital – eles já  crescem com um computador nas mãos e ainda mais, com um smartphone também. Nos países desenvolvidos os usuários estão trocando de telefones moveis a cada 18 meses, os smartphones se tornaram comuns nas nações em desenvolvimento também.

Na medida que o tempo passa aquele banco centralizado, vai estar sugerindo que o banco agora devera ser como uma TV LCD antenada no Google e vai oferecer seus produtos como um produto com descontos na medida que VC passar por uma loja eletrônica no dia seguinte. Mais provavelmente como o Google ira fazer suas ofertas a partir de agora – ou VC tera que verificar na Amazon.com e fazer uma compra diretamente, talvez usando Pay Pal, e não o seu banco.

Nas entrelinhas dos escritos de Skinner, há uma grande quantidade de coisas advocatícias compreensíveis de dados de clientes, para uma visão de 360 graus dos próprios clientes, não estão sendo examinadas como consumismo – os bancos e os varejistas querem saber mais sobre nos para que eles possam vender mais “coisas”. Há algumas exceções esclarecedoras – Simple, Moven, e Smartypig as quais ajudam aos usuários economizar dinheiro. Mas e se os bancos ou outras entidades usam localizações geográficas e dados próprios das buscas para me pontuar, com ofertas na medida em que eu ando para baixo ou para cima de uma rua movimentada ou em um shopping, eu estarei entrando numa App Store para caminhar e parar, ou irei simplesmente voltar para o meu dinheiro móvel assim como, talvez, sem dar a devida atenção  para uma segunda opção.

Dinheiro móvel pode ser uma forca para o bem—ele deixa os “doces Kenyanos” serem manuseados pelas finanças sem poder tirar um dia sequer de folga para viajar, nos momentos em que escrevo isto há alguns anos atrás, e estimativas recentes dao conta de que 20% do GDP passa pelo M.Pesa. Na Somalia, 34% dos adultos usam dinheiro móvel. Qualquer um que tenha feito um download de uma musica através do ITunes e pagou por ela usou dinheiro móvel também, talvez sem dar a devida atenção para uma segunda opção.

As sombras do Uber onde o serviço de taxis e pago como parte de uma função de corrida – Skinner diz que espera um crescimento la também.

“Tudo que eles (usuários) querem são bens e serviços; processos financeiros desde que seja relevante para eles.”

Ele esta vendo uma tempestade digital feita de networks, tecnologias sociais, dados analíticos e networks ilimitadas, arquivamentos e computação em módulos. Os bancos podem se tornar APIs baseados em componentes e facilitados por organizações normatizadas tais como a BIAN.

“...mobilidade social em uma nuvem de Big Data e fundamentalmente transformar o sistema bancário, as finanças, os governos, numa escala mais abrangente, no mundo todo.” Skynner tem se mantido nesta seara por um longo período de tempo e ele preconiza isso em uma figura gigantesca, fazendo disso em seu livro, uma coisa que pode ser útil para as pessoas fora dos bancos também— de fato este livro pode vir a ser util para quaisquer pessoas que vejam um futuro digital—o qual inclui varejistas, governos, NGOs e educadores, como exemplos.

E claro, que há sempre a possibilidade daqueles que não são bancos, como a Nuvem de Moedas e os Clubes de Emprestadores, também irão tomar uma parte dos negócios bancários e os clientes individuais irão também escolher os serviços que eles gostam, fornecidos e administrados por serviços moveis e reservados somente para uma parte ou para seus próprios bancos.

Sejam bancos ou banqueiros, se irão com o tempo se adaptar e prosperar em um mundo digital, ainda e uma proposta não resolvida; Skynner tem a expectativa que vários parceiros ainda aparecerão com firmas tecnológicas ou “Telcos”. Ele afirma que os banqueiros dizem a ele que a única vez que usam a tecnologia antiga e quando eles vao para o trabalho, no entanto ele também diz que vários bancos e banqueiros ainda não estão no Facebook ou no Twitter, e por isso ainda existem duvidas de quando eles irão se ligar dentro desta tecnologia, existente para eles mesmos.

Algumas firmas para consegui-los – American Express tem 3 milhoes de curtidas do Facebook e cerca de 20.000 pessoas engajadas com eles em qualquer momento; seus lançamentos nos pequenos negócios de sabado a noite geraram 1 milhao de fans em três semanas. Os bancos que se engajam encontram a comunidade sendo bem vinda. ICICI, o banco da India relata que 49% de seus comentários do facebook são positivos e somente 6% são negativos, e o Wells Fargo esta encontrando pessoas educadas quando o banco responde suas perguntas.

Por outro lado, o JPMorgan acabou levando uma “lavada” pelos participantes com raiva, quando mostraram uma conversa ao vivo através do Twitter no programa #AskJPM hashtag; e cancelou o chat.

Skynner espera que as transações bancarias irão eventualmente ser livres e os bancos poderão ganhar dinheiro através dos serviços, ou talvez através do Google AdWords nas suas paginas de transações. Ou eles poderão cobrar pelos conselhos, assim como pelo gerenciamento pessoal e financeiro proativo, entretanto mesmo que isso esteja sendo feito através da Internet a um custo baixo ou ate sem custos.

Este livro inclui também excelentes perfis de bancos que ate agora se transformaram para bancos digitais e as pessoas que estão dando suporte para o sucesso deles. Na medida que eles encontram novos e bem vindos clientes como o Simple e o Finder Bank of Germany, estes perfis também irão se encontrar com o Barclays que lancou o Pingit, um serviço de pagamentos gratuito aberto para todas as pessoas no Reino Unido.

O seu conselho para os banqueiros planejarem um banco digital e sempre fazer algumas perguntas :

Somos um tecnobank ou um banco humano ? Queremos encorajar uma interatividade humana ou remota ? Como acreditamos que somos diferentes e como podemos servir aos clientes ou mostrar como  somos realmente diferentes ? Onde estão os pontos fracos no banco atual e suas propostas, e como podemos transformar os pontos fracos em propostas bem sucedidas ?

Isto ja e um começo. Exemplos deste livro mostram como outros bancos já conseguiram; as pessoas que trabalham com os bancos tradicionais podem querer encontrar o que jaz pela frente e como os banqueiros digitais encontraram o sucesso. O banco digital e um livro excelente e uma ótima visão de como fazer um banco digital.

Os autores Celent e Javelin analistas de serviços bancários recentemente lancaram relatórios sobre como : Defining a Institution Digital Finance & O que Digital significa para as instituições bancarias, no sentido de atrair clientes : The Digital Approach To Affluent And High Net Worth Customers.

BH 21.03.2015

 Pesquisa,Traducao, Divulgação: Miguel Moyses Neto  Se gostou desta matéria , divulgue para seus amigos.

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